Doom - O FPS começa aqui

Sim, antes veio o wolfenstein… mas é com Doom que tudo começa. Quem nunca jogou doom na sua versão original (leia-se ms-dos)? Pois, se calhar muitos dos que estão a ler este artigo… Bora lá arranjar uma cópia legal do doom e correr nesse super pc. Se a coisa não correr muito bem, instala-se o dosbox e pronto: doom em todo o seu esplendor (poderá estar aqui um tema para futuros artigos, quem sabe).

Doom começa em Marte (sim, os outros doom’s também, eu sei). Os cientistas malucos da estação onde o nosso heroi (sem nome, ou como lhe chamavamos na altura: doomguy) vagueia tentam produzir um transporte ultra rápido entre as duas luas de marte que dão pelo nome de Medo e Pânico. Algo corre mal (como de costume). Uma lua some do mapa (Pânico) e da lua Medo começam a chegar forças do inferno. O resto já sabemos….

Após Doom (1993), surgem Doom 2: Hell on Earth (1994) e Final Doom (1996).

O uso do motor Doom Engine conseguiu produzir um jogo para a época fora de série. Marcou o inicio da era FPS (já sei que wolfensteion veio antes!) na sua verdadeira face. John Carmack era então aclamado e a ID Software reinava. Não necessitavamos de grandes máquinas nem de potentes placas gráficas para tirar todo o partido do jogo. Uns 4 megas de ram e um 486 a 25mhz de velocidade eram mais que suficientes. Num pentium 1 da altura então voava.

O som era electrizante. Algo mesmo de assustar ás vezes quando os inimigos apareciam assim tipo do nada. E quando os liquidavamos desfaziam-se em sangue ou um liquido verde numa espécie de poça.

Muito mais havia a dizer sobre doom. O original em cd (adquirido cerca de 5 anos após o lançamento do jogo, pois as disquetes já tinham morrido) reina na prateleira. Nessa prateleira estão mais clássicos. Mas isso fica para depois.

Bons jogos (old ones)

Capitão Roby

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