Chegamos a 2001. Pelo caminho a ID lança Spear of Destiny que não traz nadinha de novidades
tanto a nível gráfico, como a nível de jogabilidade. Apenas muda mesmo o nome do jogo que
desta vez não inclui Wolfenstein no título. Este Spear of Destiny passa-se antes do 3D, mas é
mais do mesmo e embora lançado depois, poderia-e chamar muito bem Wolfenstein 3D -1 ou
coisa parecida.
Mas é em 2001 que é lançado Return to Castle Wolfenstein e aqui os gráficos dão uma
cambalhota das grandes: já é tudo renderizado, muito por culpa da explosão das gráficas 3D.
Perdemos aquela característica do jogo original que era a barra onde víamos o herói, as balas,
etc. Este título não sai das mão da ID. A companhia apenas tem o papel de supervisor, pois
está demasiado ocupada com Quake e Doom. Para não cair nos mesmo erros e assim poder
lançar o jogo na Alemanha, substitui a cruz suástica por duas águias, não se fala do Hitler e
nada de hinos nazis. Aparecem uns soldados todos marados, vitimas das experiências (tipo
zombies). Aparece o multiplayer… e com ele Enemy Territory que tem tanto sucesso que se
torna gratuito!

2009… Pois é… Como a falta de ideias para títulos abundava pela ID e pela Activision, eis que
surge….Wolfenstein!
Novamente o nosso herói tem que lutar contras as forças nazis e contras as suas experiências
paranormais e zombies e robots e tudo o mais que se possa imaginar. Este título usa o motor
de Doom 3. Existem muitas áreas a céu aberto, bastantes diálogos interativos e muitas
personagens secundárias com as quais Blazkowicz tem que interagir. Mas o básico está lá: tiro
neles e siga para bingo.
Lançado para Pc, Xbox, PS3 tem além da campanha solo, como não podia deixar de ser,
multiplayer e desta vez enraizado!
Estamos quase a acabar esta série de artigos sobre Wolfenstein. Restam 3 títulos! Certamente
não são old school. São recentes, mas é obrigatório falarmos neles.

Até lá! Bons jogos (old ones….)

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